Em resumo
Praticamente qualquer passaporte português precisa de visto para a Índia em 2026. Para turismo, o e-Visa é pedido online, aprovado por email em três a cinco dias úteis e apresentado no aeroporto com a e-Arrival Card preenchida até três dias antes da viagem (novo requisito 2026). Três variantes Tourist populares cobrem a maior parte das viagens: 30 dias dupla entrada, 1 ano múltiplas entradas, 5 anos múltiplas entradas. Leitores luso-indianos com um progenitor ou avô de cidadania indiana podem qualificar-se para o OCI; candidatos portugueses entregam o pedido de OCI através da Embaixada da Índia em Lisboa. Este guia é o service desk para todo o percurso: escolha da variante, processo de pedido, a Embaixada em Lisboa, ligações a partir de Portugal, e as perguntas que portugueses realmente fazem.
Portugueses precisam de visto para a Índia?
Sim — quase sempre. Os cidadãos portugueses não têm entrada sem visto, e a UE não influencia (a Índia está fora do enquadramento de reciprocidade UE). A maioria dos viajantes pede o e-Visa online e escolhe uma das três variantes Tourist populares — 30 dias dupla, 1 ano múltipla ou 5 anos múltipla. Carregas o scan do passaporte e uma foto biométrica e a aprovação chega por email em três a cinco dias úteis. Leitores luso-indianos devem verificar antecipadamente a sua elegibilidade ao OCI — um visto vitalício que elimina a rotina anual de pedido.
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Abaixo: que via se aplica a quem, as três variantes Tourist comparadas, o pedido passo a passo, a checklist antes do pedido, duas vias para submeter (portal DIY ou serviço de vistos em português), a Embaixada em Lisboa, ligações aéreas a partir de Portugal, seis tipos de viagem que os portugueses realmente planeiam, as autorizações para zonas restritas, a armadilha FRRO dos 180 dias em estadias longas, o que fazer numa emergência na Índia, e as perguntas que os portugueses fazem.
- Passaporte português sem raízes indianas — e-Visa (a via padrão): Pedes o e-Tourist Visa online da tua morada portuguesa, pagas em dólares americanos com cartão português e apresentas o PDF impresso no balcão de imigração à chegada. Três variantes Tourist populares (30 dias dupla, 1 ano múltipla, 5 anos múltipla) mais uma variante 6 meses entrada única. A escolha depende da forma da viagem, não do passaporte.
- Luso-indiano com raízes indianas — OCI provavelmente é a via: Se um progenitor, avô ou bisavô foi cidadão indiano, podes qualificar-te para o OCI — um visto vitalício que elimina a escolha de variante e o pedido a cada viagem. O processo passa pela Embaixada da Índia em Lisboa. Sem cartão OCI e com uma viagem iminente, pede um e-Visa como solução provisória.
- Autorização de residência com passaporte estrangeiro — vale a regra desse passaporte: Uma autorização de residência portuguesa (TR, TRN, ARI/Golden Visa) não muda a regra de visto indiano para o passaporte estrangeiro com o qual viajas. Se o teu passaporte estrangeiro está na lista e-Visa, pede o e-Visa nesse passaporte. Caso contrário, depósito via Embaixada da Índia em Lisboa. A autorização de residência vale para a tua reentrada em Portugal, não para a imigração indiana.
- Autorizações para zonas restritas — em adição ao visto, não em substituição: Arunachal Pradesh, Nagaland, Manipur e Mizoram no Nordeste; partes de Sikkim e Ladakh perto da fronteira sino-tibetana; e partes das Ilhas Andamão e Nicobar estão sob o Protected Area Permit (PAP) ou o Restricted Area Permit (RAP). A autorização é exigida em adição ao e-Visa, nunca em substituição.
- 30 dias dupla entrada — para a viagem turística curta: Válido 30 dias a partir da primeira entrada, duas entradas permitidas nessa janela. A escolha padrão para portugueses em primeira viagem com um único circuito de duas a quatro semanas: o Triângulo de Ouro, uma quinzena nos backwaters de Kerala, uma semana de praia em Goa, um desvio Mumbai-costa.
- 1 ano múltiplas entradas — para o visitante flexível: Múltiplas entradas numa janela de 365 dias a partir da aprovação, com tecto de 180 dias por ano civil. A variante certa para viagens divididas — um mês de inverno agora e o Himalaia mais tarde — e para turismo repetido num ano.
- 5 anos múltiplas entradas — para o viajante de longo horizonte: Múltiplas entradas numa janela de 5 anos a partir da aprovação, com o mesmo tecto de 180 dias por ano civil. Serve a escritores e fotógrafos slow-travel que alternam invernos em Goa e verões no Himalaia, consultores portugueses em projectos recorrentes em Bangalore ou Hyderabad, e professores de yoga que regressam para ciclos de formação.
Para além das três variantes populares
Existem três outras categorias a par das variantes Tourist populares. O e-Tourist Visa 6 meses entrada única (e-T2V) serve a uma única estadia ininterrupta entre três e seis meses. O e-Visa Business cobre feiras, conferências, visitas comerciais e consultoria curta; requer uma carta-convite indiana. O e-Visa Medical e o e-Visa Medical Attendant associado cobrem viagens de tratamento em hospitais indianos; carta de admissão exigida.
- 1Escolhe a variante: Entre 30 dias dupla, 1 ano múltipla, 5 anos múltipla, 6 meses única, Business ou Medical conforme a forma da viagem. O formulário é o mesmo; só a taxa e a validade variam. Em caso de dúvida, a variante Tourist 30 dias cobre a maioria das primeiras viagens portuguesas.
- 2Abre o portal de pedido: O portal e-Visa indiano aceita pedidos entre 30 e 120 dias antes da chegada prevista, dependendo da variante. Quanto mais cedo, melhor — o volume de época alta pode estender o prazo de três a cinco dias. Se a viagem for em menos de quatro dias, o e-Visa não é viável; apenas a via consular via Embaixada em Lisboa permanece, e é demasiado lenta para a maioria das viagens de última hora.
- 3Sobe os documentos: Um scan claro da página biográfica do passaporte português e uma foto biométrica em JPG entre 10 KB e 1 MB, formato quadrado, frontal com olhos abertos, sem óculos, fundo claro ou branco. O portal rejeita ficheiros grandes demais e fundos sombreados sem mensagem clara — verifica dimensões e iluminação antes do upload.
- 4Preenche o formulário e paga: Introduz as tuas informações exactamente como aparecem no passaporte português. O campo «morada na Índia» aceita o nome e telefone do primeiro hotel para pedidos turísticos. A taxa é em dólares americanos com cartão; um número de talão é gerado imediatamente e enviado por email.
- 5Aguarda o email de aprovação: A maioria dos processos limpos é resolvida em três a cinco dias úteis. Perfis de nacionalidade sensível e processos com sinalização documental podem demorar sete a catorze dias. O estado é consultável a qualquer momento no portal com o número do talão e o número do passaporte.
- 6Preenche a e-Arrival Card e voa: Requisito 2026: preencher a e-Arrival Card online até três dias antes da viagem (um formulário por viajante). Imprime o PDF de aprovação e mantém-no separado do telefone — o balcão e-Visa no aeroporto aceita qualquer um dos dois, mas uma bateria descarregada no momento errado é um risco pequeno mas real. Na imigração de Deli, Mumbai, Bengaluru ou um dos 33 aeroportos e-Visa, dirige-te ao balcão rotulado «e-Visa», apresenta o PDF e o passaporte com o QR code da e-Arrival Card, deixa impressões digitais — em cinco a quinze minutos estás cá dentro.
Checklist antes do pedido
Uma checklist curta evita rejeições e surpresas. Validade do passaporte: mínimo seis meses a partir da data do pedido, com pelo menos duas páginas em branco para carimbos. Renova em Portugal se estás abaixo dessa margem — a renovação consular a partir da Índia é lenta.
A foto biométrica: a causa mais frequente de rejeição é uma sombra no fundo ou um ficheiro acima de 1 MB. Os Photomaton, farmácias com serviço de fotos e estúdios fotográficos em Portugal cumprem a especificação se indicares que é para um e-Visa indiano.
O campo «morada na Índia» aparece em cada pedido. Para turismo, o nome e telefone do primeiro hotel e a cidade chegam. Para uma escola de yoga, ashram ou curso de línguas, usa o endereço oficialmente registado da instituição.
Nacionalidades e origens sensíveis. Dois grupos têm mais papelada e prazos mais longos: cidadãos portugueses naturalizados do Paquistão, e cidadãos portugueses cujos pais ou avós tinham cidadania paquistanesa. O processo passa normalmente pela Embaixada da Índia em Lisboa em vez do portal e-Visa.
Menores que viajam precisam cada um do seu próprio pedido de e-Visa, ligado ao seu próprio passaporte português. Inclui uma certidão de nascimento internacional (plurilíngue) com ambos os progenitores no pacote de upload; em caso de viagem com apenas um dos pais ou tutor, uma autorização adicional.
Certificado de febre amarela. Quem chega à Índia dentro de seis dias após a partida de um país endémico de febre amarela deve apresentar um Certificado Internacional de Vacinação válido. A Índia lista 29 países africanos e 13 da América Central e do Sul como endémicos. Os portugueses que transitam por uma escala africana ou sul-americana devem verificar antes do voo; sem certificado, até seis dias de quarentena em centro designado.
Duas vias para submeter: portal DIY ou serviço de vistos em português
DIY pelo portal governamental é a via mais barata e funciona perfeitamente para primeiros pedidos com perfil simples, passaporte com pelo menos um ano de validade, foto recente conforme e sem complicação paquistanesa ou off-list. Taxas governamentais pagas em USD com cartão. A desvantagem: o portal é intransigente — rejeições não incluem motivo a maior parte das vezes, a hotline é lenta, e uma rejeição significa refazer do zero com nova taxa.
Um serviço de vistos em português fica entre ti e o portal: revisão de documentos antes do envio (intercepta os erros de foto e ortografia de nome que causam a maioria das rejeições), um ponto de contacto único para actualizações de estado, coordenação familiar para que os documentos de cada menor estejam correctamente vinculados, um backup de última hora se o portal falhar nas 72 horas finais antes da partida, gestão de rejeição-e-reenvio, e um atendimento em português quando o canal governamental fica em silêncio. O compromisso é uma taxa de gestão moderada além da taxa governamental — tipicamente dezenas de euros por candidato. Para famílias, calendários apertados e primeiros candidatos sem margem, a via serviço tende a ser a mais tranquila.
- Embaixada da Índia, Lisboa: A Embaixada da Índia em Lisboa é a representação indiana única em Portugal. Trata de todos os pedidos de visto, OCI/PIO e diligências consulares para todo o país, incluindo as nacionalidades sensíveis e os vistos sticker para passaportes off-list. Os e-Visas Tourist rotineiros não exigem visita física à Embaixada — são processados directamente pelo portal indiano.
Ligações aéreas a partir de Portugal em 2026
Sem voo directo Lisboa-Deli em 2026. Toda a rota Portugal-Índia faz uma escala num hub europeu, do Golfo ou turco.
Via Reino Unido ou Europa Central. TAP Portugal a partir de Lisboa (LIS) e Porto (OPO) liga a Londres-Heathrow (LHR) para a continuação Air India ou Virgin Atlantic até Deli, Mumbai e Bengaluru. Lufthansa via Frankfurt (FRA) ou Munique (MUC) com saídas LIS/OPO. KLM via Amesterdão (AMS) e Air France via Paris (CDG) com hubs convenientes. Total de viagem com uma escala europeia: tipicamente 13 a 17 horas.
Via Golfo Pérsico. Emirates a partir de LIS via Dubai (DXB), Qatar Airways via Doha (DOH) e Etihad via Abu Dhabi (AUH) cobrem a rede indiana densa, incluindo Hyderabad, Chennai, Kolkata, Kochi e Ahmedabad. Total de viagem via Golfo: tipicamente 14 a 18 horas.
Via Turquia. Turkish Airlines a partir de Lisboa via Istambul (IST) oferece grande frequência para o leitor que prefere uma escala única na Europa-Ásia. Cobre todos os principais aeroportos indianos.

Varanasi durante Diwali — os ghats ao longo do Ganges enchem-se de lamparinas e fogos rituais durante a festa das luzes, uma das experiências espirituais mais densas que um visitante português em primeira viagem pode planear.
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- Triângulo de Ouro — Deli, Agra e Rajastão: O clássico circuito primeira-Índia: Deli para a capital mogul, Agra para o Taj Mahal em diária ou pernoite, Jaipur como porta de entrada do Rajastão de fortes e palácios. Udaipur, Jodhpur e Pushkar para uma segunda semana. O e-Visa Tourist 30 dias chega.
- Sul da Índia — backwaters de Kerala e templos tâmis: Chegada a Kochi para os backwaters de Kerala e as tradições Ayurveda, depois para leste em Tamil Nadu para os grandes templos Chola e a costa franco-tâmil de Pondicherry. Doze a dezasseis dias são confortáveis; o e-Visa 30 dias cobre.
- Goa — património UNESCO e praia no circuito de Konkan: Goa numa semana combina as igrejas UNESCO de Velha Goa e o bairro Fontainhas em Panaji com as praias do Norte e Sul, o mercado de Anjuna e um dia em Dudhsagar. Margão e Mapuçá acrescentam mais arquitectura e mercados locais. Estender pela Konkan Railway para o norte de Karnataka — Gokarna e Hampi — em duas semanas.
- Mumbai-entrada e o interior do Maharashtra: Aterragem em Mumbai para o conjunto vitoriano-Art déco UNESCO, a cena gastronómica e as grutas de Elephanta, depois as grutas de Ajanta e Ellora do Maharashtra via Aurangabad, Pune como alternativa história-Maratha-mais-vinhícola, e a costa de Konkan. O e-Visa 30 dias funciona.
- Bangalore, Hyderabad ou Chennai para negócios: Os corredores tech Bangalore (BLR), Hyderabad (HYD) e Chennai (MAA) mais o centro financeiro de Mumbai e o hub de consultoria de Gurgaon. Para reuniões-e-volta o Tourist 30 dias funciona sem ligação remunerada com empregador indiano; para actividade com carta-convite, o Business e-Visa. Os viajantes trimestrais calculam o e-Visa 5 anos como one-and-done.
- Bem-estar, formação de professor de yoga ou retiro Ayurveda: Rishikesh para as formações 200 e 500 horas, Mysore para ashtanga, Kerala para os intensivos Ayurveda, Bodh Gaya e Igatpuri para retiros Vipassana. O e-Visa 1 ano múltipla é adequado para estadias entre 30 e 180 dias; mais de 180 dias contínuos activa o registo FRRO.
Zonas restritas — PAP, RAP e onde se aplicam
A maior parte dos visitantes portugueses em primeira viagem nunca encontra uma autorização de zona restrita. O Triângulo de Ouro, o circuito clássico Kerala-Tamil Nadu, Goa, Mumbai e Maharashtra, Varanasi e a planície gangética, Karnataka, e a maior parte de Andhra Pradesh e Telangana estão todos na zona e-Visa padrão sem papelada adicional.
Os Protected Area Permits (PAP) cobrem a entrada de estrangeiros em Arunachal Pradesh, Nagaland, Manipur, Mizoram, partes de Sikkim e Ladakh perto da fronteira sino-tibetana. O PAP de Arunachal passa por operadores licenciados com itinerário fixo. Os Restricted Area Permits (RAP) cobrem partes das Ilhas Andamão e Nicobar e um subconjunto de Sikkim; desde 2018, trinta ilhas Andamão habitadas não exigem mais RAP. A partir de 2026, o RAP de Sikkim para estrangeiros é emitido online via o portal e-FRRO.
FRRO — a regra dos 180 dias de estadia contínua
Portugueses que permaneçam na Índia por mais de 180 dias contínuos numa única estadia devem registar-se no Foreigners Regional Registration Office (FRRO) dentro de 14 dias após o cruzar o dia 180. A regra aplica-se a turistas de longa duração no tier 1 ano ou 5 anos múltipla tanto quanto a portadores de visto estudante e emprego. O limiar é a estadia contínua, não a soma de dias no ano — sair e voltar reinicia o contador.
Quem se surpreende são precisamente os que ficam continuamente. Se chegas num múltipla-entrada, ficas 100 dias, sais duas semanas para Sri Lanka, Nepal, Butão ou Maldivas e voltas por mais 90 dias, o contador é reiniciado e o FRRO não dispara. Se ficas na Índia e só viajas entre estados, a contagem continua. O processo é agora inteiramente online via o portal e-FRRO — sem papel, sem dinheiro e geralmente sem visita ao escritório. Titulares de cartão OCI e crianças abaixo de doze anos isentos. Considera o dia 175 como o último momento confortável para abrir o pedido.
No balcão e-Visa
33 aeroportos indianos operam balcões e-Visa, incluindo Deli (DEL), Mumbai (BOM), Bengaluru (BLR), Chennai (MAA), Hyderabad (HYD), Kochi (COK), Kolkata (CCU) e os principais hubs regionais, mais dezanove portos marítimos e quatro postos de fronteira terrestre. Após o desembarque, dirige-te ao balcão rotulado «e-Visa», apresenta o PDF de aprovação impresso ou a versão digital no telefone com o passaporte português e o QR code da e-Arrival Card, e deixa impressões digitais e foto digital. Cinco a quinze minutos consoante a fila.
Saúde e seguro
Seguro de viagem não é legalmente obrigatório para a entrada, mas hospitais privados nos grandes destinos cobram a tarifas internacionais. O SNS português não cobre cuidados fora da UE/EEE; o Cartão Europeu de Seguro de Doença não se estende à Índia. Subscreve uma apólice viagem-médica dedicada que inclua repatriamento. O certificado de febre amarela é o único documento sanitário obrigatório na fronteira. Vacinas recomendadas (Hepatite A e B, febre tifoide, reforço de tétano, encefalite japonesa para rotas rurais do Nordeste indiano) — consulta de medicina do viajante no Centro de Vacinação Internacional, no Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) ou no teu médico de família seis a oito semanas antes da partida.
Se algo correr mal na Índia: as missões portuguesas
Portugal tem uma Embaixada em Nova Deli como única representação diplomática na Índia. Passaporte português perdido ou roubado. Faz queixa na esquadra local primeiro, depois marca uma vista para um passaporte de emergência na Embaixada em Nova Deli. Documentos de viagem de emergência são tipicamente emitidos em um a dois dias úteis. Não há consulados portugueses em Mumbai, Chennai ou Kolkata — para o sul ou oeste da Índia, a Embaixada em Nova Deli mantém-se como contacto e pode coordenar com a rede de cônsules honorários.
Hospitalização ou emergência médica. Contacta a secção consular da Embaixada em Nova Deli. Podem avisar os teus familiares, coordenar com o teu seguro de viagem, transmitir relatórios médicos e, em casos extremos, facilitar uma evacuação médica. Detenção ou problema legal. Insiste em contactar a Embaixada portuguesa; a representação fornece uma lista de advogados anglo- e lusoparlantes e monitoriza as condições de detenção. Não pode pagar caução nem assumir representação jurídica. Falecimento de um cidadão português no estrangeiro. A representação ajuda com a documentação, logística de repatriamento e serviços notariais. A Linha de Emergência Consular do MNE em Lisboa (+351 217 929 700) opera 24 horas. A inscrição no Portal das Comunidades / Registo Viajante (portaldascomunidades.mne.gov.pt) antes da viagem coloca-te na lista de contacto da Embaixada — recomendado para o Nordeste, as Andamão ou qualquer zona de autorização restrita.
O Ministério do Interior indiano fixa as taxas e-Visa em dólares americanos por nacionalidade, actualizadas anualmente, e o portal mostra o valor exacto assim que o passaporte português é introduzido. Como referência ao momento da publicação: cerca de USD 25 para a variante 30 dias dupla, USD 40 para 1 ano múltipla e USD 80 para 5 anos múltipla. A cobrança em euros segue a cotação do cartão no dia. Um serviço de vistos em português acresce uma taxa de gestão moderada.
Não nas variantes e-Visa regulares. O Tourist e-Visa mais longo é o 5 anos múltipla, com o mesmo tecto de 180 dias por ano civil. As únicas vias com direito de permanência mais longo são o cartão OCI (vitalício, para candidatos de origem indiana) ou vistos consulares de longa duração específicos.
Usa o link Application Status no portal e-Visa indiano. Introduz o número do talão e o número do passaporte; a etapa actual e quaisquer sinalizações documentais aparecem. O estado passa normalmente de «pedido recebido» → «em processamento» → «concedido» em três a cinco dias úteis. Se não se move há mais de uma semana, contacta o helpdesk ou a Embaixada em Lisboa.
Portal das Comunidades / MNE — Informações sobre a Índia
As informações oficiais do Ministério dos Negócios Estrangeiros português para a Índia — requisitos de entrada e saída, alertas de segurança, contactos da Embaixada de Portugal em Nova Deli e link para o serviço Registo Viajante para alertas de segurança e contacto de emergência.
Incredible India — Portal oficial do turismo indiano
O portal de visitantes do Ministério do Turismo da Índia — guias por estado e tema, calendário de eventos e lista de operadores registados. Disponível em inglês e várias outras línguas.
Archaeological Survey of India
O organismo federal que mantém os monumentos protegidos da Índia — Taj Mahal, Khajuraho, Ajanta-Ellora, Hampi, Konark e cerca de 3.600 outros — com informações dos sítios, horários e portal de bilheteira online.
IHR Point of Entry — Vacinação contra febre amarela
A página IHR Point of Entry do Ministério da Saúde indiano listando os países endémicos para a febre amarela que a fronteira trata como activadores do certificado, a regra de trânsito e o protocolo de quarentena.
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